CAPIM TANZANIA
Nome científico: Panicum maximum Jacq vr. Tanzânia l.
Origem: África - CNPGC/EMBRAPA (Campo Grande MS).
Ciclo vegetativo: perene.
Forma de crescimento: cespitosa.
Altura da planta: crescimento livre até 1,60 m.
Formas de uso: pastejo.
Digestibilidade: satisfatória.
Palatabilidade: satisfatória.
Precipitação pluviométrica requerida: 1.000 mm/ano.
Fotoperíodo: planta de dia curto.
Teor de proteína na matéria seca: no inverno 6% e no verão até 14%.
Consorciação: todas as leguminosas.
Tolerância a insetos: sensível à cigarrinha e à lagarta do cartucho.
Produção de forragem: 20 a 26 t MS/ha/ano.
Tipo de inflorescência: Panicum.
É uma planta cespitosa, de ciclo anual, com altura média de 1,3 m, folha decumbente com largura média de 2,6 cm. Lâminas e bainhas são glabras, sem serosidade. Os colmos são levemente arroxeados. As inflorescências são do tipo panícula, com ramificações primárias longas, e secundárias, longas, apenas, na base. As espiguetas são arroxeadas, glabras e uniformemente distribuídas.
É um cultivar de porte médio, atingindo 1,30 m de altura e mesmo apresentando colmos velhos, não é rejeitado pelos animais, o que, normalmente, acontece com touceiras de Colonião e Tobiatã.
A produção forrageira deste acesso foi de 133 t/ha/ano de matéria verde e 26 t/ha/ano de matéria seca, chegando a produzir três vezes mais que o “Colonião” na seca (10,5% da produção anual). Sua produção, no nível baixo de fertilidade do solo, correspondeu a 80% do nível alto.
O Tanzânia é uma planta exigente em fósforo (P) e potássio (K), principalmente, na fase de implantação. Por ser planta exigente em fertilidade, recomenda-se o monitoramento da fertilidade através de análise, principalmente a aplicação de nitrogênio em cobertura para manutenção da produtividade forrageira.

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